
Na Administração Pública, dados pessoais fazem parte de diversas atividades e processos. Por isso, seu tratamento deve considerar a finalidade de uso, a necessidade da informação, os riscos envolvidos e a proteção dos direitos dos titulares.
Na CGM-Rio, a adequação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) envolve ações de orientação, capacitação, governança, segurança da informação e aperfeiçoamento de processos.
É um trabalho que exige atenção contínua e participação de todos.
Proteger dados pessoais também é uma forma de cuidar do serviço público.
“A proteção de dados precisa fazer parte da rotina da Administração Pública. Mais do que cumprir uma norma, é tratar cada informação com a atenção, a responsabilidade e o respeito que ela exige”, afirmou Rosemary Macedo, Controladora Geral












